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Bom Dia Dom Fernando – 20 de abril

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Muito bom dia meus amados irmãos e irmãs, ouvintes da nossa Rádio Olinda

Ontem, dia do Senhor, celebramos o Domingo da Divina Misericórdia. Esta festa foi instituída no ano jubilar de 2000 pelo então Papa João Paulo II, hoje São João Paulo II. Foi ele quem decretou que o II Domingo da Páscoa passaria a ser chamado Domingo da Divina Misericórdia. Isto aconteceu por ocasião da Canonização de Santa Maria Faustina Kowalska, que recebeu revelações de mensagens de Jesus sobre sua Divina Misericórdia no povoado de Plock, na Polônia.

“Santa Faustina, freira e mística polaca, entrou para a vida religiosa em 1924 na Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia. Seu confessor, Beato Miguel Sopocko, exigiu de Santa Faustina que ela escrevesse um diário espiritual. Este diário compõe-se de alguns volumes. Desta forma, não por vontade própria, mas por exigência do seu confessor, deixou esse importante legado. Ela faleceu em 05 de outubro de 1938. Em 1931 relatou em seu diário ter tido a primeira revelação de Jesus enquanto Rei da Divina Misericórdia. Segundo escreve, Jesus apareceu vestido de branco e de seu coração emanava feixes de luz vermelho e branco. Entre outras coisas, segundo ela, Jesus manifestou a vontade de que essa imagem, pintada posteriormente pela própria Santa Faustina, fosse venerada no mundo inteiro, sobretudo no domingo que sucede o Domingo da Páscoa” (Conf. Wikipédia).

Nesta segunda-feira da segunda semana da Páscoa, celebramos a Festa de Nossa Senhora dos Prazeres. Um dos importantes títulos de Nossa Senhora que nos recorda as alegrias de Nossa Mãe Santíssima, sobretudo sua grande alegria pela Ressurreição de Jesus. Nós temos em Nossa Arquidiocese dois seculares templos dedicados a Nossa Senhora dos Prazeres, nos Montes Guararapes, em Jaboatão, confiado aos cuidados dos monges beneditinos de Olinda e o de  Paulista, sede de uma das mais antigas paróquias da arquidiocese, atualmente em ruínas.

A Festa de Nossa Senhora dos Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes é uma das maiores de nossa arquidiocese. Tem início no Domingo da Páscoa e se estende até a segunda-feira da segunda semana, portanto hoje. Trata-se de uma festa bastante popular e participativa que neste ano, por conta da Covid-19 fomos obrigados a transferir para uma data imprevista. Para não passar em branco, porém, faremos às 16 horas de hoje, uma celebração a portas fechadas para um número limitado de pessoas e todos os devotos de Nossa Senhora dos Prazeres são convidados a acompanhar de suas casas, através dos meios de comunicações sociais, sobretudo pelo YouTube, conforme vem sendo anunciado e orientado. No final da celebração haverá um momento mariano, diante da imagem original.

Como falamos anteriormente, este título de Maria recorda as sete alegrias de nossa querida Mãe do Céu, da mesma forma como celebramos suas sete dores, com o título de Nossa Senhora das Dores, ou seja: Anunciação do Anjo Gabriel; visita à sua prima Isabel; nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo em Belém; Visita e adoração dos reis magos; encontro do menino Jesus no Templo, em Jerusalém; a grande alegria da Ressurreição de Jesus Cristo; sua Assunção e coroação como Rainha dos céus e da terra. Como Nossa Senhora todos nós, seus filhos e filhas, devemos nos lembrar que fomos criados por Deus para viver na alegria. Aprendamos com Maria de Nazaré a não ter medo de nada, porque contamos com um grande escudo, em nossas vidas, o próprio criador e Pai.

É nesse espírito de ação de graças que gostaria de concluir o nosso programa de hoje e garantir a vocês que amanhã voltaremos a nos encontrar, contando sempre com a presença de Deus na nossa vida e na vida de nossas famílias.

Sobre todos e todas, venham as bênçãos de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. Amém!

 

Dom Antônio Fernando Saburido, OSB

Arcebispo de Olinda e Recife

 

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